Recordo-me quando criança que todas as minhas agustias e alegrias se transformavam em cartas direcionadas a Deus.
Poderia orar porém escrevia e a cada nova agustia desfazia de uma carta de alegria e assim consequencialmente.
Até um determinado momento em que passei a conversar com as pessoas sobre frustrações e alegrias, na verdade aprendi a fazer isto devido ser uma boa conselheira e acreditava e acredito que ao aconselhar usando meus exemplos automaticamente clareava para ambos; Conseguia solucionar os problemas ao conta-los era perceptível a minha evolução como pessoa, percebia claramente os meus erros e o que deveria fazer, porém devido a falta de cuidado isso foi desmedidamente no qual minha vida se transformou em um livro aberto, onde o foco deixou de ser a evolução profissional, espiritual e como ser Humano, no qual fui perdendo a percepção sobre os defeitos, a chegar no ponto de esquecer que aprendia com os mesmos perdi o dinamismo.
Hoje ao perceber a transmutação, almejo voltar com a ingenuidade de uma criança a escrever cartas a Deus mas com a maturidade de uma mulher a saber limitar a exposição da vida, reaprender a orar a confiar que posso sim sozinha sem perder a humildade ser uma pessoa melhor e parafraseando Santo Agostinho nunca esquecer que "Necessitamos um do outro, para sermos nós mesmos".
E Deus diz coragem!!!
Nenhum comentário:
Postar um comentário